quarta-feira, 17 de junho de 2015

Oração de John Wesley

Hoje li essa oração, do diário de oração do John Weley 
e ela mexeu muito comigo, então quis compartilhar com você:

Oh, senhor Jesus!
Entrego a Ti meu corpo,
Minha alma,
Minha essência,
Minha reputação, 
Meus amigos,
Minha liberdade,
Minha vida.
Faça de mim
E de tudo o que é meu
Conforme lhe aprouver.
Não pertenço a mim,
Mas a Ti:
Toma posse de mim por direito,
Guarda-me sob Tua proteção
E ama-me como Teu filho.
Luta por mim 
Quando eu for atacado.
Cura-me
Quando eu for ferido.
E revigora-me
Quando eu for aniquilado.

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Naquele dia, o que importará?


Pense como será o dia em que Cristo voltar e com você estará no grande encontro dos salvos. Mesmo que acredite ser apenas um na multidão, é como se você e Jesus estivessem totalmente sozinhos. Estou só imaginando, mas pergunto-me se Jesus poderá dizer-me estas palavras: “Estou muito orgulhoso por você me haver permitido usá-lo. Por sua causa, outros estão aqui hoje. Gostaria de conhecê-los?”
Neste momento, Ele poderia virar-se para a multidão e começaria a convidá-los. Um a um, eles viriam em minha direção. O primeiro é um vizinho meu, velho grosseiro, que mora ao lado. Para ser sincero, eu não esperava vê-lo. “Você nunca soube que eu estava olhando”, explica ele, “Mas eu estava. E por sua causam eu estou aqui”.
Não demoraria muito, estaríamos eu e meu Salvador cercados pela enorme multidão de almas que foram tocadas pela minha fé. Algumas eu conheço, outras, não. Mas por todas elas eu poderia sentir o mesmo. Sentir o que Paulo sentiu: “Estou muito orgulhoso de sua fé.” (I Tessalonicenses 2:19)
Você crê que pessoas estarão no céu como resultado de sua fé? Tente imaginar quantas e quais.


Max Lucado

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Boa, agradável e perfeita

“Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” 
 
Romanos 12:2
A Bíblia diz que BOA, AGRADÁVEL e PERFEITA é a VONTADE de DEUS!

Pensemos um pouquinho a respeito. 

Qual vontade é boa, agradável e perfeita?
A nossa vontade, os nossos desejos, nossos sonhos? A vontade de nossos pais, dos professores, dos pastores, da sociedade? Não, a vontade de DEUS!

Ok, já tomamos ciência de que é a vontade de Deus é que é boa, porém aqui entra outra confusão bem mais comum do que se supunha:

O que é boa, agradável e perfeita?
As nossas escolhas, experiências, circunstâncias, o que estamos sentindo ou pensando no momento? Não, a vontade de Deus!

Vejamos alguns relatos de histórias da Bíblia:

A vontade de Deus era tornar José um homem super influente, o que de fato ocorreu, pois ele foi governador do Egito, o segundo maior, só menor que o Faraó (é como se ele fosse o vice-presidente, ou até mais, porque hoje em dia tem gente que nem sabe o nome ou quem é o vice-presidente do seu próprio país!). Ok, essa era a vontade de Deus e ela foi contada a José por sonhos quando ele tinha só uns 17 anos de idade. E o que aconteceu com José depois disso? Foi vendido como escravo, pelos próprios irmãos, trabalhou que nem um condenado (que nem? ele era um condenado mesmo!) para Potifar, foi parar na cadeia, injustamente acusado... As circunstâncias e a vida de José, em algum momento, pareciam agradáveis? Tudo isso que José foi bom e perfeito? Aos nossos olhos aparentemente não! Aos olhos de José aparentemente não. Mas em tudo o que José viveu, por causa de tudo o que José viveu, um novo homem foi forjado, com caráter provado e lapidado, o que foi perfeito: Ele ficou pronto para ser como deveria ser e ser quem deveria ser. E Deus sorriu ao ver sua criação, seu diamante lapidado, refletindo sua glória e sua imagem, pleno de sabedoria reluzindo no trono ali do Egito e disse: Isso é bom! Que agradável!

A vontade de Deus era tornar Davi o maior e mais conhecido rei de Israel por todas as gerações (tanto que até hoje o rei Davi é mundialmente conhecido! Até canções sobre ele são feitas e ensinadas às crianças!). Ok, essa era a vontade de Deus e ela foi contada a Davi em seu coração enquanto ele estava ali no campo, pastoreando as ovelhinhas de seu pai Jessé e compondo canções lindas para Deus, canções tão lindas que até hoje são afamadas (quem nunca ouviu falar dos SALMOS de Davi? Ah, você não sabia que são canções, certo? Então, está explicado!) e confirmada através do profeta Samuel, que foi na casa de Davi e o ungiu Rei, na frente de toda sua família! Imagino como o menino Davi deva ter se sentido feliz (hum, acho que mais naquele estado de "como quem sonha"), pensando que logo logo estaria ali no palácio, cheio de servos e privilégios! E o que aconteceu com Davi depois disso? Vemos Davi fugindo para salvar a própria vida, se escondendo em cavernas com outros fugitivos, tendo que se fingir de louco em outro país para não ser morto, vendo sua esposa ser dada a outro homem em casamento pelo próprio sogro, sua cidade e de seus companheiros ser queimada e sua esposa e filhos sequestrados, dentre tantos outros infortúnios, que certamente não foram nenhum pouco bons, perfeitos e agradáveis de se enfrentar. Mas a vontade de Deus na vida de Davi? Essa sim foi uma constante, sempre boa, perfeita e agradável, por quê? Porque cumpriu o seu propósito de forjar em Davi o caráter de um homem de Deus, preparado e que deu sempre a Deus a glória devida. Além do mais, Davi foi chamado de “o homem segundo o coração de Deus”, e todos os reis que houveram em Israel descenderam de Davi, inclusive Jesus, que foi chamado de “filho de Davi”. Que honra!

E o que dizer de Jesus? Em suma, digamos que nasceu numa família pobre, enfrentando dificuldades desde a mais tenra idade, foi perseguido, mal falado, mal compreendido, teve fome, sede, passou por momentos em que não tinha onde reclinar a cabeça e perto do momento de sua morte, enfrentou uma angústia e um conflito interno tão grande, que chegou a suar gotas de sangue! Agradável? Gostoso? Muito bom? Perfeito? Se levarmos em conta que a vida e morte de Jesus cumpriu sua finalidade diante de Deus e dos homens, podemos afirmar e reafirmar: A vontade de Deus é boa, agradável e perfeita!

Você já se questionou o porquê de ter que viver tantas adversidades, se é um servo que ama a Deus, fiel e com um chamado tremendo da parte de Deus? Já se perguntou pra quê viver um infortúnio tal qual o que tem vivido, se a Bíblia promete que a vontade de Deus é boa, agradável e perfeita? Então, você já chegou a compreensão de que a vontade de Deus realmente é tudo isso, mesmo quando as circunstâncias e nossas vivências não o são?

domingo, 7 de junho de 2015

Aprenderei?




“Senhor, hoje tentei correr o mundo
Por conta própria.
Tentei tão arduamente, Senhor,
Cuidar de todas as coisas.
Tomei sobre mim todos os problemas,
Todos os fardos,
Todas as preocupações
De todos os que constituem
O meu pequeno mundo.

Tentei tão arduamente, Senhor,
E nada realizei.
Estou frustrada,
Confusa
E esgotada
A ponto de derramar lágrimas.
Nada parecia bem.

Senhor, será que alguma vez
Aprenderei que
Tu és aquele que a tudo controlas?
Que Tu és aquele que
Conhece todas as respostas?
Que Tu és o único
Que podes carregar
Os fardos intoleráveis
Que tentamos nós mesmos
Levar nos ombros?

Que és o único que podes
Resolver os problemas insolúveis?
Que és o único que realizas
Qualquer coisa de valor?
Que tudo depende de Ti?

Senhor, às vezes me pergunto:
Por que Te incomodas de me suportares?
Às vezes me pergunto se não és
Terrivelmente tentado
A me levar pelos ombros
E me sacudir até que meus dentes chocalhem.
Não Te culparia se Te sentisses assim.

Obrigada, Senhor, por me suportares hoje.
E obrigada, Senhor, por fazeres tudo
A TUA MANEIRA!”

Sue Garmon

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Generosidade e bondade


            Recentemente li um artigo escrito por Karin Cristina Guedes de Oliveira no site da Família, onde ela contava sobre a experiência que os psicólogos John e Julie Gottman fizeram com casais para compreender o motivo do fracasso e do sucesso de seus relacionamentos. Eles descobriram que as duas coisas básicas que movem um relacionamento até o fim da vida são GENEROSIDADE e BONDADE.
O experimento consistiu em levar 130 casais para seu “laboratório do amor”, onde passaram o dia realizando tarefas triviais como lavar, cozinhar, ver televisão, enquanto os cientistas sociais os examinavam. No final das análises, os Gottman dividiram os casais em dois grupos: mestres e desastres. Passaram-se seis anos e os casais foram chamados novamente. Os “mestres” permaneciam juntos e felizes. Os casais que pertenciam ao grupo “desastres” ou não estavam mais casados ou permaneciam juntos, porém infelizes.
Esse resultado levou os cientistas à conclusão de que a generosidade é a base para o relacionamento entre o casal. Atos simples como responder a perguntas comuns do cotidiano com agressividade ou com generosidade afeta o futuro e a qualidade do seu relacionamento.
Perguntas, como: “Ouviu essa música?”, podem ser a deixa para a esposa demonstrar mais interesse pelos gostos do marido, agindo com generosidade e bondade, criando uma conexão entre os dois. Respostas ríspidas, desinteressadas ou ignorar o comentário do seu companheiro por indiferença, significam bem mais do que apenas cansaço, ocupação, falta de tempo. Mas representam que tudo é mais importante do que as coisas bobas que ele ou ela apreciam.
Entretanto, sabemos que generosidade e bondade não é o fundamento apenas para um bom matrimônio, como também o é para qualquer relacionamento, seja entre pais e filhos, amigos, irmãos, colegas de trabalho, colegas de estudo ou afins. Não aquela generosidade e bondade esporádica, como a demonstrada no dia das mães, no aniversário, na formatura (se bem que tem gente que nem em datas especiais é capaz de demonstrar um pouco mais de apreço!), mas sim a sua aplicação diária, contínua e constante, que se torna um hábito e um estilo de vida.
A Bíblia nos diz muito a respeito da generosidade e da bondade. Que ela é fruto do Espírito; que é essencial na vida de quem teme e serve a Deus; que o seu inverso (a avareza e maldade) é uma clara demonstração da falta de Deus na vida da pessoa; mas quantas vezes nos esquecemos disso! Julgamos amar e servir a Deus, todavia esquecemo-nos de que para fazê-lo precisamos viver esse amor em atos diários, que certamente incluem a generosidade e a bondade.
O livro bíblico de Provérbios fala muito sobre esse assunto, e eu gosto, em especial, destes dois provérbios:

“Quem faz o bem aos outros, a si mesmo o faz; o homem cruel causa o seu próprio mal.”
 Provérbios 11:17

“O generoso prosperará; quem dá alívio aos outros, alívio receberá.” 
Provérbios 11:25

            Você já parou para pensar no quanto a bondade e a generosidade são cruciais para uma vida satisfatória e bem sucedida, em todos os aspectos, e em especial em seus relacionamentos diários?
A bondade e a generosidade fazem parte do seu estilo de vida diário ou são apenas atos raros que você pratica, dada uma ocasião especial ou uma paixão passageira?
Você escolheu fazer da generosidade e da bondade o seu compromisso de amor prático?
Pense a respeito e tome uma atitude! Decida viver cada um de seus dias e de seus relacionamentos em generosidade e bondade.

terça-feira, 2 de junho de 2015

A MÃE DE CHARLES E JOHN WESLEY

Homens como Charles e John Wesley foram grandiosamente influenciados pela vida de sua mãe. Susanna, ou "Sukey", era uma bela mulher, com brilhantes cabelos negros e olhos de um azul profundo. Ela era filha de um próspero clérigo e cresceu em Londres, Inglaterra, no século 17. Durante esse tempo, quando poucas mulheres eram instruídas, o pai de Susanna ensinou-lhe hebraico, grego e latim. Ela podia escrever tão bem quanto qualquer homem, e sua mente aguçada lhe permitiam discutir teologia tão articuladamente quanto qualquer seminarista. Ela se casou com Samuel Wesley, tiveram 19 filhos juntos, e nove deles faleceram. Sua casa incendiou-se completamente mais de uma vez, e Samuel a abandonou por várias vezes. Em meio ao seu sofrimento, Susanna instruía todos os seus dez filhos, ensinando-os a ler em hebraico, grego e a memorizarem versículos da Bíblia. Ela também encontrava tempo para investir uma hora por dia em cada um dos seus filhos separadamente, para saber como estavam e manter contato com seus sentimentos. Como uma mestra rigorosa, colocava altos padrões para seus filhos, não lhes permitindo usar linguagem vulgar ou falhar em seus estudos. Susanna denominava tal atitude como seu "método" de organizar o dia. O marido de Susanna, Samuel, apesar de todas as falhas, foi um cristão firme, que Deus usou para o reavivamento na Inglaterra, e ele orava por isso diligentemente. Susanna amou Samuel todos os dias de sua vida, a despeito de suas muitas falhas. Susanna morreu em julho de 1742 com seus filhos ao seu redor. Enquanto olhava para cada um de seus rostos, dizia: "Por favor, filhos, assim que eu partir cantem um Salmo de louvor a Deus".
Nunca subestime o poder de uma mãe que ora. Os filhos de Susanna mudaram a face do cristianismo e hoje sua influência permanece por meio das igrejas estabelecidas ao redor do mundo.

sábado, 30 de maio de 2015

Linda?



“Me falavam que “bonitinha” é uma feia que tem um rostinho bonito, e “lindinha” é uma feinha arrumada, e “linda” é uma que realmente é bonita. É cada absurdo que ouvia que me deixava bem confusa. Alguém me chamava de “bonitinha” e logo eu pensava torto: “hum, tenho rosto bonitinho só, né?” e assim permitia que as minhocas se instalavam em meu cérebro e coração.
Acredito que a maioria das mulheres querem mudar algo em sua aparência. Querem serem mais altas, mais baixas, mais magras, mais musculosas, mais voluptuosas, mais bronzeadas, mais enrugadas (oops – acho que isso ninguém quer).
Hoje em dia vejo campanhas em prol da verdadeira beleza, como a Dove, com seus vídeos e propagandas. Eu admiro muito esse tipo de trabalho, creio que tem havido uma grande melhora na maneira como as mulheres se enxergam, porém vejo tanta infelicidade em tantas outras mulheres em relação a si mesmas.
Creio que toda mulher em algum momento da vida sentiu-se rejeitada por não ser a mais bonita, a mais desejada. Porém algumas venceram saudavelmente e outras se enfiaram num poço de miséria maior ainda.
Pense num poço fundo, BEM fundo. Foi nesse que eu me enfiei. Sempre me achava a mais feia, a mais gorda, a mais desajeitada e quem iria ficar comigo? Como que um dia um homem seria atraído por mim? Nunca, eu pensava. Foram anos e anos de pensamentos negativos sobre minha pessoa, foram anos de distúrbios alimentares e auto-flagelo. Não importava o quanto minha mãe me dizia que era linda, eu me sentia horrível sempre. E os anos se passaram e me enfiei em outras coisas: nos estudos, nas conquistas pessoais, nas atividades da igreja, nas amizades… até que…
Um dia em 2003 estava com uma grande amiga subindo uma montanha enorme na cidade de Big Bear, no estado da Califórnia. E, de repente, enquanto subia, ouvi uma voz: “Você é linda”. E eu olhei pro lado e não havia ninguém, mas eu sabia quem estava falando: meu Pai. As lágrimas escorriam em meu rosto e minha amiga olhou para mim com cara de espanto e eu a disse: “Sabe Anna, eu sou linda.” Ela olhou pra mim sorrindo e disse: “claro que você é linda, sempre te achei linda.” Mas mal ela sabia o que havia acontecido comigo. Uma alegria borbulhava em meu ser, e para ser BEM honesta, naquele dia eu estava muito mal vestida, estava mais gorda do que já fui na vida inteira, com mais espinhas do que sardas e solteira ao quadrado. Sim, eu estava um caos, mas nunca me senti tão linda.
Não foi uma sessão de terapia, não foi um momento de elogio do meu namorado, não foi um corte de cabelo novo — foi um encontro com a minha verdadeira identidade. A voz dEle aumentava em mim e as mentiras evaporavam.
Você pode acreditar por alguns meses que você é linda por causa de um relacionamento, porque você ganhou um guarda-roupa novo ou porque atingiu sua meta no seu regime. Mas esse sentimento na crise vai embora, vai bem longe e logo volta o sentimento de não ser boa suficiente.
Porém quando encontramos quem somos nEle, tudo muda. Deus não precisa te levar em uma montanha para falar com você, nem te arrebatar, mas você precisa encontrá-Lo. Só Ele pode te dizer quem você realmente é.
Deixe o espelho de lado por um momento, deixe de querer ser “diferente”, de aparecer como alguém da hora, deixe os machucados, deixe a falta de perdão e tente escutar. Abra sua Bíblia, leia o que Deus pensa de você e escute a voz suave e doce do Pai. Ser linda é ser satisfeita nEle. Ser linda é carregar algo que ninguém compra, mas só ganha pela graça. Ser linda é ser o que você é diante dEle. Só isso. Tudo isso.”
Zoe Lilly