Que filminho gostoso de assistir! Com certeza o verei novamente em outras oportunidades ;)
http://www.filmesonlinegratis.net/assistir-quando-o-coracao-chama-dublado-online.html
Eu sou o que minhas palavras dizem... através de conversas, através de textos, através de silêncios, através da vida...
sábado, 29 de março de 2014
quarta-feira, 26 de março de 2014
Que raiva!
Ai, que raiva!
Já lhe ocorreu de estar com tanta raiva que a própria falta de controle sobre a
raiva o surpreendeu? Pois foi a esse ponto que cheguei! Sempre me julguei, ou
ao menos tentei, controlar a constante raiva que havia em mim, desde a infância,
entretanto me vi dominada por uma raiva maior que eu mesma e assustei! Por que
estou tão cheia de raiva? Por que parece que agora estou a ponto de explodir de
raiva facilmente com um mínimo incidente? De onde vem tamanha raiva?
Senti-me como
um brinquedo defeituoso e quebrado que não conseguia se consertar, logo clamei
ao Fabricante por socorro e Ele enviou-me uma ferramenta eficaz, que muito me
auxiliou na compreensão e tratamento da raiva: Um livro chamado “O manual da
raiva”, escrito pelos doutores Les Carter & Frank Minirth, especializados
nas áreas de psiquiatria e neurologia, e no tratamento de desordens emocionais
e relacionais, publicado no Brasil pela editora Thomas Nelson.
Com minhas
palavras, quero compartilhar resumidamente um pouco do que aprendi com a
leitura desde livro, na esperança de ajudar e abençoar você que me lê, assim
como fui agraciada.
Todo ser
humano sente raiva! Somos imperfeitos, habitamos um mundo imperfeito, onde há
injustiça constante e encontraremos essa emoção com uma regularidade maior do
que a que gostaríamos. Ninguém pode afirmar ser imune à traumas emocionais.
Apesar disso, as pessoas gostam de fingir que não tem problemas profundos na
vida. Essa mentira provoca ainda mais estresse, raiva e tensões dentro de si e
nos relacionamentos.
A raiva surge
como um mecanismo de defesa, sempre que somos ignorados, maltratados,
rejeitados, incompreendidos, não amados, seja por pessoas ou até mesmo por nós.
O orgulho, o medo, a solidão e o sentimento de inferioridade são as emoções que
mais provocam a raiva, que prospera nas necessidades não atendidas.
O modo como
lidamos com a raiva é mais importante do que a causa da raiva, por assim dizer.
Por quê? Imploramos por problema quando exigimos que a justiça seja feita para
que só depois controlemos a raiva. Na maioria das vezes, as pessoas que nos
ofendem e as circunstâncias que nos incitam à raiva não mudarão, não se
arrependerão, não pedirão perdão e, se nos rotularmos e agirmos como vítimas
dos erros que suportamos, nos tornaremos eternas vítimas!
Quando
perpetuamos a raiva, em vez de abandoná-la, as pessoas ao nosso redor sofrem?
Sim, mas quem arca com o maior prejuízo somos nós mesmos! A qualidade de vida e
de relacionamentos sofre consideravelmente quando escolhemos manter a raiva, o
que nos leva a um novo ciclo de solidão, medo, rejeição, inferioridade e
orgulho. Como quase tudo na vida, manter ou mandar a raiva embora é uma questão
de escolha. Escolha essa que não podemos fazer sem a ajuda de Deus, pois Ele é
quem nos dá a capacidade, a sabedoria e a força interior necessárias para
tratar com problemas e para lidar com todo comportamento e/ou emoção
prejudicial e improdutiva.
Ao decidir
desafiar o governo de Deus sobre sua vida, Adão tomou o controle da própria
vida. Ao oferecer a Adão a oportunidade de ser Rei sobre si, Satanás conseguiu
cativar o homem a desenvolver um padrão de pensamento egocêntrico: Ansiamos por
fazer o mundo se curvar à nossa vontade e quando não conseguimos, ganhamos todas
as formas inapropriadas de raiva.
A imagem que o
ser humano tem de si é tão segura quanto as pessoas a quem confiamos nossas
emoções, por isso precisamos basear nossa imagem em Deus. Deus nos aceita com
nossas imperfeições. Apenas Ele nos ama mais do que conseguimos amar a nós
mesmos e tem todas as ferramentas necessárias para nos conduzir durante as
quedas. Podemos contar com Sua ajuda para vencermos, se assim o desejarmos. A
escolha como sempre cabe a nós, pois se decidirmos perpetuar a raiva, não será
Deus aquele que nos fará abandoná-la.
Para pensar:
“Contudo, por causa da sua teimosia e do seu coração obstinado, você
está acumulando ira contra si mesmo.” Romanos 2:5a
“Não permita que a ira domine depressa o seu espírito, pois a ira se
aloja no íntimo dos tolos.” Eclesiastes 7:9
“O rancor é cruel e a fúria é destrutiva.” Provérbios 27:4a
“Mas agora, abandonem todas estas coisas: ira, indignação, maldade,
maledicência e linguagem indecente no falar.” Colossenses 3:8
O tolo dá vazão à sua ira, mas o sábio domina-se. Provérbios
29:11
terça-feira, 25 de março de 2014
E de repente...
E de repente,
Me pego pensando em você,
Em seu sorriso ao anoitecer,
Em seu abraço a me envolver,
Nos dias frios a me aquecer.
Me pego pensando em você,
Nos sonhos lindos que iremos viver,
Nos dias quentes, de estremecer;
Na nossa sinfonia,
Só eu e você...
E de repente.
Me pego pensando em você,
Me pego sorrindo em você,
Me pego sonhando você,
Me pego pegando você.
Meu amado,
quero que saiba que aguardo
com paciência
e expectativa
pelo dia que nos conheceremos ;)
Pri de Luz
quarta-feira, 19 de março de 2014
Depois de todas as tempestades e naufrágios
“Depois de todas as tempestades e naufrágios,
o que fica de mim em mim é
cada vez mais essencial e verdadeiro.”
Caio Fernando de Abreu
Caio Fernando de Abreu
segunda-feira, 17 de março de 2014
Parecem mesmo gêmeos
Deem uma espiada. Super interessante
Parecem mesmo gêmeos, mas nem se conheciam antes das fotos!
Há quase 10 anos o fotógrafo François Brunelle sai pelo mundo em busca de estranhos que se parecem. O resultado - difícil de acreditar.
http://ow.ly/sNPCX
Parecem mesmo gêmeos, mas nem se conheciam antes das fotos!
Há quase 10 anos o fotógrafo François Brunelle sai pelo mundo em busca de estranhos que se parecem. O resultado - difícil de acreditar.
http://ow.ly/sNPCX
sábado, 15 de março de 2014
Como reconhecer uma mulher marcante
"A verdade é
que se pode reconhecer uma mulher marcante há quilômetros de distância. Sem
precisar sentir o perfume forte ou ver o batom vermelho. A mulher marcante
dispensa acessórios, é completa em si mesma. Não precisa anunciar-se, por que
tem o dom de não passar despercebida. A mulher marcante nunca pretende
incomodar, não gosta de provocar a inveja alheia. Um olhar de despeito não
torna o seu dia mais alegre, pelo contrário, lhe é indiferente. A mulher
marcante sabe bem do seu poder, por isso consegue admirar tranquilamente a
beleza alheia, elogiar a grandeza de outrem sem sentir-se diminuída. Vez ou
outra ela sai bem vestida e bem maquiada, mas por trás daquilo tudo ainda exala
um aroma de naturalidade que encanta. Cultua a beleza porque gosta, mas definitivamente
não precisa. A sensualidade está presente, mas não se pode dizer de onde ela
vem.
A mulher
marcante é, sobretudo, sutil. Ela não grita aos quatro ventos a própria
virtude, ela não precisa humilhar outras mulheres ou provocar os ex-namorados.
Ela realmente faz toda a diferença. Ela sabe ser dispensada com um ar sensato
que faz qualquer galã sentir-se um babaca. Ninguém jamais a abandona sem que se
arrependa amargamente pelo resto da vida, e ela guarda um encanto que não deixa
espaço pra críticas maldosas. Ela é do tipo que não quebra promessas e não
omite os próprios defeitos. Ela se aceita e nunca se desculpa por ser quem ela
é. Ela compreende a efemeridade das coisas e das pessoas, mas se recusa
terminantemente a ser efêmera. E não poderia ser, mesmo que quisesse, porque
ela sempre vem pra ficar. Mesmo depois que vai embora, de alguma forma ela
fica, porque é do tipo de mulher que não precisa se fazer presente para ser
lembrada.
A mulher
verdadeiramente marcante nunca se diz melhor que as outras, embora em muitos
aspectos ela seja. Ela guarda os seios bem guardados numa blusinha discreta, em
vez de espremê-los num sutiã menor que o seu manequim.
A mulher
marcante não se importa de ter gostos peculiares. Ela não segue tendências, mas
também não persegue a originalidade a todo custo. Ela não tem vergonha (e nem
orgulho) de dizer que gosta do que ninguém gosta, ou que gosta do que todo
mundo gosta. A opinião alheia nunca é um problema para ela, porque,
verdadeiramente, ela se basta. Sem petulância e sem egoísmo, ela se basta. E
por isso mesmo ela não sente necessidade de falar de si mesma, quase nunca.
Esse
tipo de mulher sofre constantemente com a inveja alheia, embora, na maioria das
vezes, sequer se dê conta. Ela se ocupa em tornar-se alguém melhor e superar os
próprios limites, ela gosta tanto de distribuir bons sentimentos que os
sentimentos ruins passam despercebidos diante de seus olhos. E isso a torna, de
certo modo, inatingível. Embora não queira e não precise incomodar, ela incomoda.
E muito. Desperta, na verdade, uma enorme curiosidade em torno do que a faz tão
atraente. Pouca gente entende. Não se sabe qual é o traço que chama tanta
atenção, ninguém consegue identificar a virtude que a torna tão marcante.
Mulheres marcantes são, sobretudo, raras.
É
curioso: Quanto mais ela se esconde, mais evidente fica. Quanto mais neutra
busca ser, mais marcante se torna. Leveza é o seu sobrenome, mas a sua presença
pesa como nenhuma outra."
por Nathalí Macedo
quinta-feira, 13 de março de 2014
Generosidade
“Generosidade atrai generosidade.
O contrário também é verdadeiro.
O cerne da questão está no coração
E na atitude,
Não na condição econômica do doador
Ou nas circunstâncias que o cercam.”
Pri de Luz
Conheça, curta e
ajude a divulgar a página de divulgação de meus livros no facebook ;)
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